sábado, 8 de agosto de 2015

com tudo e sem nada...

Gostava de ser diferente.

Saber viver só.

Não precisar de ninguém para ser alguém.

Procuro-me a cada instante, em qualquer canto…
e nunca me encontro.

Nada vejo.
E, a cada momento, desiludo-me.

Com ninguém em especial.

É mesmo comigo.

A eterna insatisfação de quem nada falta…
mas nada satisfaz.

Não vejo nada.

Qual criança pobre, sedenta de um conforto que nunca terá.

Qual velha, saudosa daquilo que nunca teve.





quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Quem diz o que quer,
ouve o que não quer!