“A vida passa tão depressa que, às vezes, a alma não tem tempo de envelhecer…”
Eu diria antes:
o corpo envelhece…
e a alma rejuvenesce.
Mas…
Há momentos em que tenho de me afastar.
Afasto-me para não magoar.
Cresço ao meu ritmo —
isolada em multidões.
Crio expectativas…
e cobro-as a quem não sabe o que realmente espero.
Na verdade… nem eu sei o que me espera.
Mas é bom ser surpreendida.
Por vezes, do nada.
De onde menos se espera.
É bom…
Rejuvenesce a alma.
Sílvia Queirós Sanches
Março de 2016
imagem retirada da Internet

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