Ei-la perdida na imensidão dos sonhos,
esquecida de si… da vida…
Ei-la segura de inseguranças,
saudosa de um futuro, esperançosa de um passado.
Ei-la enclausurada em normas,
amarrada a suposições.
Ei-la implodindo o ego,
explodindo de passividade…
Sílvia Sanches
Julho de 2014
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