Número dezoito, tão desejado antes da maioridade e tão saudado quando duplicado.
O meu número, sem dúvida.
Muitos acontecimentos tropeçaram neste número.
A avó materna nasceu a 18 de abril, e foi num dos seus aniversários que o seu filho resgatou o bem mais precioso da menina a quem chamo mãe.
Como presente de aniversário, anos mais tarde, a neta deixou de ser menina e passou a cumprir com o pagamento da dívida mensal da “mãe Eva”. E, com dezoito, perde a pureza.
Dezoito para encontros e desencontros: idades, dias, aniversários, datas, anos…
2018, ano do Caminho, passando por um dia 18, redirecionando ideias, posições, a vida…
O “dezoito” que continuará sempre presente, marcando cada passagem, cada projeto de vida — sem ser esperado, mas inevitavelmente presente.