Fui deixando tudo para trás.
Tudo o que corroía.
Tudo o que não construía pontes, passagens, verdades e sonhos.
Tudo aquilo de que eu precisava despir-me.
Meias verdades.
Meias palavras.
Meias pessoas.
Aprendi que as metades devem ser deixadas ir embora.
Deixei para trás todas as culpas e abracei o que me foi colocado no caminho.
Assim me encontro, me reinvento, me encanto, recomeço
e me amo — agora e sempre.