Ser português é…
Levar arroz de frango para a praia.
Guardar as cuecas velhas para polir o carro.
Lavar o carro na rua, ao domingo.
Ter pelo menos duas camisas “traficadas” da Lacoste e da Tommy (amarelo-canário e azul-cueca).
Passar o domingo no shopping.
Tirar a cera dos ouvidos com a chave do carro ou com a tampa da esferográfica.
Ter bigode.
Viajar para o cu de Judas e encontrar outro tuga no restaurante.
Receber visitas e mostrar a casa toda.
Enfeitar as estantes da sala com os presentes do casamento.
Exigir que lhe chamem “Doutor”.
Exigir que o tratem por Sr. Engenheiro.
Assassinar o português ao escrever.
Gastar 50 mil euros num Mercedes C220 CDI, mas não comprar o kit mãos-livres porque “é caro”.
Já ter “ido à bruxa”.
Ter os filhos batizados e na catequese, mas nunca pôr os pés na igreja.
Não ser racista… mas abrir exceção com os ciganos.
Ir de carro para todo o lado — mesmo que seja a 500 metros de casa.
Conduzir sempre pela faixa da esquerda da autoestrada (a da direita é para os camiões).
Cometer três infrações ao código da estrada por quilómetro percorrido.
Ter três telemóveis.
Gastar uma fortuna no telemóvel, mas pensar duas vezes antes de ir ao dentista.
Ir à bola, comprar bilhete para a “geral” e saltar para a “central”.
Viver em casa dos pais até aos 30 anos ou mais.
Ser mal atendido, ficar lixado da vida, mas não reclamar por escrito “para não se chatear”.
Falar mal do Governo eleito e esquecer-se que votou nele.
Pendurar a bandeira portuguesa na janela durante o Euro… e tirá-la logo a seguir porque “é foleiro”.
Viva Portugal, carago…
