(15 de outubro de 2017)
Diariamente mentalizo-me de que não devo viver de expectativas.
Mas é diariamente que me contradigo e alimento esperanças, suposições, imagens ilusórias.
Constantemente dou comigo a esperar dos outros uma forma de retorno.
A verdade é que cada um só dá o que pode e sabe dar.
Não posso exigir nada à imagem do que espero.
Não devo.
Ninguém me pediu que eu desse.
Dei porque quis.
Não posso exigir retorno.
O retorno será espontâneo e eu devo saber aceitá-lo.
…
Digo isto em forma de oração.
Faço-o em forma de lamento…
Talvez sem motivo, talvez injusto para com os outros e comigo mesma…
Mas sentido
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