(21/10/2017)
Constantemente me deparo com situações “in”esperadas — ou talvez nem tanto.
Vivo a vida por mim, para mim e para o meu bem-estar, vigiando de perto o crescimento e a aprendizagem “da minha cria”, desejando-lhe o melhor sem lhe cortar as asas. Porque é assim que entendo que deve ser.
Não me interesso pela vida de ninguém. Entendo que cada um deve utilizar a sua energia com a própria vida.
Talvez por haver demasiada dispersão sobre a vida de outrem haja pessoas que sofrem de distúrbios a que eu chamo de saloiice, ignorância e estupidez natural.
Não será melhor concentrarem-se nas próprias vidas, solucionarem os seus próprios problemas, em vez de falarem do que não sabem e ainda acrescentarem muitos pontos?
Será que a vida das pessoas é assim tão desinteressante para se dedicarem à dos outros?
Ou será a minha vida assim tão interessante que mereça todo esse protagonismo?
Vivam e deixem viver!
Sem comentários:
Enviar um comentário