Para sentir genuinamente a felicidade não preciso de grande coisa. Preciso apenas saber desfrutar dos pequenos momentos.
Uma boa conversa, um aconchego, uma música agradável… e, no dia a dia, viver sem percalços, com estabilidade, segura, com o que realmente importa.
Não é um armário cheio de roupa que traz felicidade. Muito menos carros, casas, sapatos à dúzia.
Não é comprar a máquina XPTO só porque sim, se já temos uma que serve para o mesmo. Trocar de mala para combinar com os sapatos, com os brincos ou com as cuecas. Encher gavetas de tretas que nunca terão serventia. Gastar apenas porque sim…
Casa cheia, mente vazia.
A felicidade está na simplicidade, na criatividade. Quando com a velha panela se faz a receita que todos fazem no mais moderno robot de cozinha.
Transformar o velho casaco da avó num acessório de destaque. Pegar num lápis e expressar o que vai na alma.
Ou simplesmente beber um copo de vinho, ouvir aquela música, dançar… cantar…
Coisas simples.
Mostrar para quê?