sábado, 8 de agosto de 2015

com tudo e sem nada...

Gostava de ser diferente.

Saber viver só.

Não precisar de ninguém para ser alguém!

Procuro a cada instante, em qualquer canto... nunca me encontro.

Nada vejo, e a cada momento me desiludo.

Com ninguém em especial. É mesmo comigo!

A eterna insatisfação de quem nada falta mas nada satisfaz.

Não vejo nada.

Qual criança pobre sedenta do conforto que nunca terá.

Qual velha saudosa daquilo que nunca teve.